Seu associado saiu em março. Em setembro, o processo chegou. E a caixa de email dele não existe mais.

O arquivamento do seu provedor de email morre junto com a licença. O Anaquel guarda toda a comunicação do escritório de forma permanente, imutável e pesquisável em segundos — inclusive dentro dos documentos anexados.

Emails que somem

Um advogado se desliga. A licença é cancelada, como deve ser — ninguém paga por quem não trabalha mais aqui. Só que o arquivamento está preso a essa licença. Junto com ela, some tudo que ele escreveu e recebeu.

Contas que você não pode desligar

Então o escritório aprende a não cancelar. As contas de quem saiu há dois, cinco, oito anos continuam ativas e faturando todo mês. Não porque alguém as use. Porque desligar significa perder o que está dentro.

Históricos partidos ao meio

A caixa lotou e não dá para aumentar. Criou-se outra conta — “arquivo”, “backup”, “financeiro2”. A conversa com um mesmo cliente agora está dividida entre duas caixas, e nenhuma busca atravessa as duas.

São três problemas com a mesma origem: o email trata a memória do escritório como assinatura. Ela só existe enquanto você paga — e cobra de novo cada vez que você tenta contornar isso.

34%Processos trabalhistas no Brasil, 2024

dos processos trabalhistas no Brasil, em 2024, apresentaram email como prova.

Um em cada três casos foi decidido por algo que alguém escreveu — e que alguém precisava encontrar.

A pergunta não é se o seu escritório vai precisar de um email de três anos atrás. É se ele ainda vai estar lá, e em qual das contas.

O problema

O arquivamento do seu email está preso a uma licença. Inclusive o dos que já foram embora.

Em qualquer provedor de email corporativo, o arquivamento é um recurso da licença do usuário — não um depósito separado. Cancelou a licença, cancelou o arquivamento junto.

Existe uma janela de cerca de trinta dias para reverter. Depois disso, os dados são excluídos e não podem ser recuperados.

Trinta dias é menos tempo do que parece.

O associado pede demissão em março. A licença é cancelada em abril, por uma decisão administrativa correta. A janela fecha em maio, e ninguém tinha motivo para pensar naquela caixa em maio.

Em setembro, chega uma reclamação trabalhista sobre um caso que ele conduziu. O email que provava a autorização do cliente estava lá.

Você procura no backup. Procura na conta desativada. Pergunta a três pessoas. E descobre que não está em lugar nenhum.

Isso não é desorganização do seu escritório. É como o produto que você usa foi desenhado.

E é também a razão pela qual, depois da primeira vez, ninguém cancela mais nada.

Como funciona

Nós sabemos exatamente onde isso quebra.

Todo escritório com mais de dez anos acaba com o mesmo inventário: contas de gente que saiu e continuam ativas, uma caixa que lotou e virou duas, e nenhuma busca que atravesse tudo isso.

Ninguém planejou assim. Foi uma decisão emergencial de cada vez, e cada uma delas fazia sentido no dia em que foi tomada.

O Anaquel não substitui seu email. Você continua no provedor que já usa, exatamente como está hoje. Ele fica por baixo, guardando tudo o que passa — e assumindo o trabalho que hoje é feito por contas que ninguém pode desligar.

1

Conecte suas contas

Gmail, Microsoft 365, Exchange ou qualquer servidor IMAP. Inclusive as que você mantém ativas só pelo histórico, e as que viraram duas quando a primeira lotou.

2

O Anaquel importa tudo

Mensagens e anexos, de todas as contas, de todas as épocas. Os históricos que estavam partidos entre várias caixas voltam a ser um só, pesquisável de uma vez.

3

Desative o que não precisa mais existir

A memória fica no Anaquel. As contas que só existiam para guardá-la podem ser encerradas.

Os recursos

O contrato não está no email. Está no anexo.

Em escritório de advocacia, a maior parte do que se guarda não é conversa. É documento.

Petição, contestação, ata de audiência, planilha de encerramento, contrato assinado. O email é só o envelope — o caso está dentro do anexo.

Uma busca que lê apenas o corpo da mensagem deixa de fora justamente o que tem valor probatório. É a diferença entre indexar o envelope e indexar o conteúdo.

PDF gerado no computadorTodo o texto
Word (DOC, DOCX)Todo o texto
Excel (XLS, XLSX)Células e abas
PDF escaneadoTexto reconhecido por OCR

O último item é o que faz diferença em acervo jurídico. A petição assinada, o contrato com firma reconhecida, o documento digitalizado no balcão — são justamente os que têm valor probatório, e justamente os que nenhuma busca comum enxerga.

Um sistema que lê metade dos documentos e não avisa qual metade produz a pior conclusão possível em um arquivo: “não achei, logo não existe.”

Busca que entende português.

Não é busca por pedaço de palavra. É índice de banco de dados com dicionário português.

Plural e conjugação
“Petições” encontra “petição”. “Contratos” encontra “contrato”.
Acentuação resolvida
Buscar “peticao” encontra “petição”. Buscar em caixa alta encontra em caixa baixa, com ou sem acento.
Ordem por relevância
Um resultado no assunto vale mais que um no corpo da mensagem. A ordem já vem certa.
Nome de arquivo aproximado
Buscar “contrato confissão dívida” encontra o arquivo mesmo salvo como “NOVO contrato de Confissao de Divida -Sugestões.docx”.

Uma caixa de email é uma ferramenta de comunicação obrigada a funcionar como arquivo. O Anaquel é um banco de dados desenhado para busca.

O custo de procurar não cresce junto com o tamanho do acervo, e nenhuma caixa de entrada disputa recurso com a consulta.

Um cliente, uma tela.

Todo sistema de email organiza por pasta e data — a ordem em que as coisas chegaram. O Anaquel organiza também por quem.

Visão geralPeríodo de relacionamento, volume, contatos principais
MensagensTodo o histórico com aquela empresa, em ordem
DocumentosOs anexos trocados, separados das conversas
DuplicadosO mesmo arquivo em mensagens diferentes, identificado
ContatosQuem falou com quem, dos dois lados

É a diferença entre achar um email e reconstituir uma relação.

O associado que entrou ontem abre a tela do cliente e encontra o que o sócio de dez anos de casa sabe de cabeça. E quando alguém sai, o que ele tratava com cada cliente continua ali, organizado por cliente — não perdido na caixa de uma pessoa que não trabalha mais aqui.

Quem abriu, quando, de onde. Verificável.

Cada acesso ao acervo gera um registro: login, busca, leitura de mensagem, abertura de anexo, download, exportação. Doze tipos de evento, com ficha por usuário — linha do tempo, sessões, mensagens vistas, anexos abertos, buscas feitas.

E há duas propriedades que separam isso de um log comum:

Cada registro carrega o hash do anterior. Alterar um evento no meio quebra a cadeia de todos os seguintes, e a verificação detecta. O registro nasce selado, no instante em que é criado.

A trilha não aceita alteração nem exclusão. Não por regra de software — por permissão revogada no próprio banco de dados. Nem quem administra o sistema consegue apagar o próprio rastro.

Em uma auditoria, em uma disputa com cliente, ou quando alguém pergunta quem teve acesso a determinado documento, a resposta não é “confie no nosso registro”. É um rastro cuja integridade se verifica.

Ninguém apaga. E a caixa nunca lota.

Usuários comuns só visualizam

A exclusão é privilégio exclusivo do administrador — garantido por permissão de banco, não por botão escondido na interface.

Anexos não têm limite prático

Ficam em storage na nuvem, fora das restrições de uma caixa postal. Nunca mais criar uma segunda conta porque a primeira encheu.

O mesmo arquivo é guardado uma vez só

Quando um contrato foi anexado em quarenta mensagens, o Anaquel identifica e armazena uma única vez, mantendo as quarenta acessíveis — e mostrando em quantas ele aparece.

Seus dados ficam no Brasil

Infraestrutura em território nacional, em conformidade com a LGPD.

Independente dos seus sistemas ativos

Se um ransomware criptografar a rede do escritório, o arquivo não é afetado — ele não está lá dentro.

No roadmap

Busca semântica com inteligência artificial.

Perguntar “quais foram os termos de pagamento acordados com este cliente?” e receber a resposta, com a citação da mensagem e do documento de origem — em vez de quarenta mensagens para ler.

Restrita ao seu acervo, respeitando o que cada usuário pode ver, e sempre citando de onde tirou. Em contexto jurídico, resposta sem fonte não serve.

Uma memória que só guarda é um arquivo. Uma memória que responde é uma memória.

A conta que já está sendo paga

Quantas contas de email o escritório mantém ativas hoje apenas para não perder o que está dentro delas?

Faça o inventário. As contas de quem saiu e nunca foram encerradas. As caixas de “arquivo” que nasceram quando a original lotou. As contas de departamentos que não existem mais.

Nenhuma dessas pessoas trabalha aqui. Nenhuma dessas caixas recebe email novo. E todas elas aparecem na fatura, todo mês, indefinidamente.

Isso não é um custo de comunicação. É um custo de memória — e está sendo pago a um sistema que não garante a memória.

Porque mesmo pagando, o arquivamento continua vinculado à licença. Basta um cancelamento por engano, uma renovação não processada, uma migração de plano, e o que você pagava para preservar some do mesmo jeito.

O Anaquel guarda tudo isso em um lugar só — e devolve a você a decisão de encerrar as contas que existiam apenas para guardar histórico.

O nome

a·na·quel

substantivo masculino

Prateleira simples: uma tábua disposta na horizontal, onde se guarda o que precisa ficar à mão.

A palavra chegou ao português pelo árabe, e a origem mais provável é a raiz n-q-l — transportar. Primeiro nomeava quem carregava; depois, a tábua sobre a qual as coisas eram carregadas; por fim, a prateleira onde elas ficam.

De carregar a guardar: a mesma palavra atravessou séculos fazendo exatamente o que faz aqui.

Escolhemos anaquel porque não é um cofre nem um arquivo morto. É um móvel de uso. A prateleira existe para que se alcance o que está nela — não para trancar, não para esconder, não para esquecer.

É também uma palavra que sobreviveu a mil anos e a três idiomas sem perder o sentido. Parece justo dar esse nome ao lugar onde a memória de um escritório deve durar mais que qualquer licença mensal.

Um processo que chega em 2029 sobre um contrato de 2026. Um acordo pago em um caso que se ganharia. Três semanas de estagiário abrindo caixa por caixa para responder a um pedido de exibição de documentos.

Todos esses custos têm a mesma origem: um email que existia e não está mais — ou está, e ninguém sabe em qual conta.

Perguntas frequentes

Não. Você continua no provedor que já usa, sem mudar nada na rotina de ninguém. O Anaquel é a camada permanente por baixo — o lugar onde a comunicação fica depois de passar pela caixa de entrada.

Vinte anos de escritório não deveriam depender de uma assinatura mensal.

Em uma demonstração de 20 minutos, mostramos o Anaquel encontrando um trecho dentro de um contrato digitalizado, em uma conta que já foi desativada — e você entende, em tempo real, o que hoje está fora do seu alcance e o que pode ser desligado.

Quantas contas de email o escritório mantém hoje?

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